Quando o papo é música gospel, pode ter certeza que haverá muito assunto pra discutir. Entre socos e abraços, esse assunto nunca tem fim.
Creio que como eu, muitos aqui nasceram também em lar evangélico e, desde cedo acompanha os ‘hits’ de sucesso no mundo gospel. É bem verdade que hoje a qualidade de grande parte dessas músicas vem caindo consideravelmente. Muitas bandas têm deixado a essência em troca da fama, têm pensado mais ‘no que vende cd’ do que o que Deus quer ouvir. Isso é lamentável! Mas enfim, não é disso que vamos conversar hoje.
No final da década de oitenta e início da de noventa – quando nasci -, surge um novo e revolucionário estilo musical que causaria um grande BUM na igreja e na cabeça dos “irmãozinhos” de terno e gravata. Bandas como Oficina G3, Kastsbarnea, Resgate, Kadoshi entre outras despontam nas paradas da época.
Os S.O.S da Vida, reuinões no antigo Copan e as Marchas Para Jesus arrebanhavam multidões de jovens “doidos”, ao som de música banhadas de guitarras e distorções, nasce no Brasil então uma onda que se estenderia por décadas: O Rock Gospel brasileiro; mais do que uma reunião de doidos, eram reuniões de doidos por Jesus. Lá ouviam essas músicas e eram impactados pelo poder de uma palavra transformadora… essa é a essência que muitas bandas perderam.
Eu cresci ao som de Corredor 18, Extra-extra, Indiferença, Rock da vovó… e sou grato por isso.
Antes que você leia este artigo e as cinco lições de vida que aprendemos com o jovem Bieber escrito por Felipe Gilli, eu (Kennedy Lucas) preciso contar-lhes a história de como surgiu esse post: um dia qualquer decidi fazer uma prova de fidelidade ao meu caro amigo Felipe Já que ele escreve sobre música aqui no blog, pedi pra ele escrever algo sobre o maior músico de toda a história da internet das úlimas semanas. Imagina a reação dele quando quando pedi isso! Mas tinha uma condição, o artigo tinha que ser positivo, ou seja, tinha que falar bem do Justin. Mais fácil que escalar o Everest de havaianas, imagino eu. Uma missão totalmente faca na caveira. Desafiando toda a lógica do aparente bom senso (se você nao for uma garota entre 5-12 anos de idade que não desgruda do youtube e faz fotolog colorido em homenagem a seu idolo), Felipe se superou, dribou na pequena área, enganou o goleiro e fez um golaço, mostrando que este blog não é normal, nem feito pra pessoas normais. Depois do polêmico Emo Cristão(oi?), aqui, a maior prova de todas de que sim, é possível aprender coisas boas até com os fatos mais bizarros ao nosso redor.
Ligue o botão “Modo Relax” e boa leitura!
Justin Drew Bieber, 16 anos, cantor canadense (especificamente, Stratford – Ontário), teen popstar. O jovem astro musical que estourou nas paradas americanas após um olheiro (ou “ouvideiro”, se for esse o caso) Scooter Braun ter visto um vídeo seu postado no YouTube de uma de suas apresentações musicais. Braun reconheceu o talento do garoto e o levou para Atlanta, onde posteriormente assinou contrato com a Island Records.
Parece ser mais uma história de um artista bem sucedido que deu sorte de ser encontrado ainda novo e que caiu na graça do povão… aliás, é sim mais uma história dessa. Mas, o que podemos aprender com tudo isso? Eu, pensando nisso, tirei 5 lições dessa história: Continue lendo »
Por diversas vezes ouço músicos dizerem que “ouvem música secular para se inspirarem”. Bom, a minha opinião sobre ouvir ou não “músicas seculares” é polêmica e dariam horas e horas de discussão, portanto não vou coloca-la – agora. O que quero me ater nesse momento é especificamente sobre a inspiração.
Vi certa vez no twitter de um produtor musical cristão que ele ouve muito “Beatles” para se inspirar em suas melodias. As músicas dos garotos besouros são sim realmente boas, eles foram uns revolucionários na sua época. Mas até onde sei, grande parte de suas músicas foram compostas à base de toxinas (drogas). Agora, convenhamos. Ouvir essas músicas é algo que necessariamente não influencia, mas torná-las fonte de inspiração, creio que estamos deixando de lado o termo “cânticos espirituais” dentro de nossas congregações.
Você amiguinho, que tem uma banda e compõe músicas para tocar dentro da igreja, ou até mesmo quem é ministro de louvor, os papéis estão invertidos: o mundo está influenciando a igreja e tem que ser ao contrário disso.
Na minha devocional de hoje li sobre Estevão e Filipe [At. 6 à 8] e me marcou a forma pela qual eles influenciaram sua geração. Os apóstolos viviam influenciando os lugares por onde passavam, e por essa posição deles, arrebanhavam multidões. É isso que falta hoje em dia: perdemos a essência da música.
Quando falo de “cânticos espirituais” não me refiro – em hipótese alguma – à musicas sacras, e sim a músicas que vêm de dentro do espírito, aquilo que vem bem do fundo (me entende?). Creio que como eu, muitos são da geração da década de 80, 90 do Oficina G3, Kadoshi, Katsbarnea, etc… não há nada de “sacro” nessas músicas, mas havia conteúdo que atraía as multidões nos SOSs da Vida e muitos ali eram salvos.
Precisamos disso, galera, inspirar o mundo, e não ao contrário.
Recentemente numa entrevista do vocalista do NxZero, Gee Rocha à Billboard BR ele mencionou que ouve bastante Hillsong United e até se inspirou neles para composição de uma de suas músicas. Em nenhum trecho há indícios de que Gee, ou qualquer membro do grupo seja evangélico.
Assim como essa notícia, sei de pessoas que ouvem músicas ‘gospel’ com o intuito de se inspirarem. É bem por aí gente! É esse o caminho: nós que conhecemos a verdade, sermos canal para outras pessoas conhecerem também. Se pela música, pela arte, pela fala, não importa; contanto que Jesus seja falado e que os frutos sejam notórios.
Mentes renovadas, vamos nos inspirar em Deus e deixar que o mundo se inspire em nós!!!!!
Andy Mckee é um acoustic guitar soloists (ou violonista) americano muito famoso no youtube com mais de 78mi de acessos – dentre eles, alguns muitos foram meus.
Andy faz parte da gravadora CandyRat Records que possui inúmeras feras no seu mural de talentos. As vezes eu simplesmente abro o canal do youtube para poder relaxar um pouco ao som de muito boa música.
Já vi muitos (saliento, muitos) músicos bons, que tiram quase palavras de seus instrumentos usando técnicas ou quase destroem por velocidade, mas ao ouvir esse cara que, de forma simples consegue tirar uma sonoridade muito harmônica, a gente entende que música é mais que viver trancado num estúdio estudando ou querendo bater recordes de velocidades: música é uma sinceridade do coração.
Talvez eu seja suspeito para dizer essas coisas pois, além de um admirador de boa música, simplesmente piro em músicas ao som de cordas em geral, mas essas músicas de acoustic guitar são umas belezuras.
De qualquer forma, segue aí a dica de uma boa música para relaxar: CandyRat Records em geral, mas em especial Andy Mckee.
Lucas Souza. Uma banda, digamos, recente, mas que vale a pena com certeza ter em seu playlist. Uma banda Independente, cheia de conteúdo…
Desde o início da banda eu os acompanho e posso dizer com propriedade da evolução que houve desde seu primeiro CD em 2004, o Capturado até hoje. Foi um ótimo disco, com músicas muito lindas, onde destaco a 09 (Prisioneiro do Amor) e a 03 (Mãos Vazias).
Um ano depois do primeiro CD, lançaram um novo – e ao vivo – recheado de música de primeira qualidade: Caminho da Revolução foi um “sucesso”, a alavanca da banda no mercado gospel nacional – e porque não dizer mundial, o que lhe proporcionou eventos em diversos países, entre eles até o Japão. Eu poderia destacar o CD inteiro (o que seria mancada né? rsrs), mas super recomendo a 01 (És Real pra Mim) e a 6 (Tua Beleza é Maior que a Vida).
God of this City
Eu conheci essa música na versão do Livres para Adorar e, desde que a ouvi pela primeira vez, quis saber um pouco mais sobre essa canção.
Por tempos achei que o compositor dessa música era o Chris Tomlin – um cantor que eu, particularmente, gosto muito. Mas, procurando um pouco mais, descobri a verdadeira história. Um grupo Neo-Irlandês chamado Blue Tree foi quem compôs e em uma situação que vale destaque: em uma viagem missionária do grupo pela Tailândia, foram convidados a tocar em um bar da cidade, enquanto as pessoas estivessem se divertindo, eles ali estariam ministrando. O que eles não sabiam era que essa cidade era o primeiro destino de rota sexual do mundo com mais de 30mil prostitutas e que o dono do bar era na verdade o dono de um grande bordel. Enquanto eles estavam tocando Deus lhes deu essa música e ali ergueram um altar de adoração em meio toda a devassidão daquele lugar.
Hoje aqui no blog vamos fazer uma pequena e singela análise do novo cd da banda de pop-rock [rótulo?] cristã Aeroilis que fora lançado há pouco tempo atrás. O segundo álbum independente da banda, titulado Nada Mais Além e que conta com 11 músicas inéditas.
Para aqueles que já gostavam das musicas da banda gaúcha e esperavam o novo lançamento (assim como eu \o/) puderam acalentar os ouvidos com essa boa experiência do novo cd. O mais interessante é que eles criaram um site com uma contagem regressiva para o lançamento oficial. É, isso foi legal; nos deixou ainda mais na expectativa.
Primeiramente há de se admitir, sem sombra de dúvidas, a grande evolução nos arranjos e a considerável qualidade superior em comparação ao primeiro cd, Onde Encontrei Tudo. Costumo até dizer que as músicas desse primeiro cd parecem uma continuação uma da outra por se parecerem bastante, os efeitos da guitarra, tons e ritmos parecem ser os mesmos (rsrs).
Tenho, contudo, uma crítica a fazer. Espero que possa ser de fato observada de forma construtiva. Dentre todas as músicas, faltou o elemento surpresa, o CHAZAAAN… aquilo que atrai-nos para fazer questão de procurar ouvir a música inúmeras vezes e não cansarmos. Faltou talvez uma certa ousadia…
Enfim. Gostaria de parabenizá-los pelo grande salto na qualidade e bom gosto sem fugir daquilo que, pra mim, é o que mais chamou atenção desde que os conheci: suas letras que são profundas e poéticas; dizem aquilo que está escrito porém de uma forma que há necessidade de querer entender.
Resumindo, se você já gostava, creio que vai gostar mais ainda; se não conhecia, a banda disponibiliza o cd para download gratuito no site deles.
É isso, Nada Mais Além, o novo cd do Aeroilis. Espero que você goste. Ouça uma das músicas num clip adaptado (ficou muito bom) e comente aqui o que você achou de tudo isso.
Deus abençoe, galera!
Update O Luiz Otávio nos corrigiu gentilmente e esse video acima não é um clipe oficial da banda e sim um video chamado Momentos feito para a LG de Portugal.
Neste último final de semana (21 e 22/05) tivemos o Livres 2010, o segundo congresso do Ministério Livres Para Adorar. Comentários pessoais à parte, foi uma benção! Momentos ímpares na presença de Deus nesses dois dias.
Além do Ministério Livres Para Adorar, contamos com a presença do Pr. Ricardo Bitun, Profº Adauto Lourenço, Pr. Ariovaldo Ramos, 5AM, Nívea Soares e a banda texana Leeland, sobre o qual gostaria de esmiuçar um pouco hoje.
O nome Leeland refere-se ao líder Leeland Dayton Mooring (vocal e guitarra). A banda conta também com o irmão de Lee, Jack Anthony Mooring (backing vocal e teclado), Jake Holtz (baixo) e Mike Smith (bateria). Já gravaram 3 CDs: Sound Of Melodies (2006), Opposite Way (2008) e Love Is On The Move (2009).
Informações como estas, podem ser facilmente encontradas no Wikipédia ou no site oficial deles, portanto, o que quero deixar registrado aqui é o presenciei lá, à beira do palco – literalmente.
Musicalmente falando a banda não tem nada de muito inovador em Riff’s, mas a harmonia e entrosamento com que todos tocam, torna a simplicidade de poucas notas numa combinação sem igual. Letras sinceramente profundas e divinamente inspiradas suprem, sem sombra de dúvidas, a falta de presença de palco que percebemos em alguns – poucos – momentos.
Eu, particularmente, gostei muito de estar ali. Não tenho do que reclamar da banda. E na verdade o que mais me chamou atenção em tudo é a VERDADE com que eles cantam suas letras. São letras profundas que somente corações sinceros podem expressar tão bem.
Aqueles que não conhecem, ta aí uma boa banda para seguir a partir de agora. E para aqueles já, vamos esperar o retorno deles ao Brasil.
Na semana passada eu comentei sobre um cantor que descobri e que gostei muito: Charlie Hall. Pois bem. Procurei saber um pouco mais dele e uma das coisas que descobri é que faz parte da Sparrow Records.
Dentre alguns que também fazem parte da gravadora, podemos citar: