Páscoa – O Sacrifício
A cruz foi o momento de maior dor do meu Senhor. Os meus pecados, os seus e o do mundo inteiro estavam sobre ele naquele momento. E o mataram, pois o pecado faz isso. Esse é o seu preço, o salário.
Dor, solidão, sofrimento intenso, sede, amor. São as palavras que descrevem o calvário. Se é que se pode expressar.
A carne que comemos não é doce, não é gorda. Não é acompanhado com leite ou castanhas ou cereais crocantes ou coisas do tipo. Mas com pão sem fermento e erva amarga.
Não, não é doce.
O cordeiro santo sendo oferecido a Deus. A realização do que Deus pediu para Abraão, mas desta vez, não teve um milagre. O filho foi morto.
Acusado injustamente, humilhado, desprezado, maltratado. Punido pelo que não fez. Condenado por crimes alheios. Barrabás foi solto, Jesus foi morto.
Onde estão os milagres? Como pode o filho de Deus ser tão humilhado publicamente? Não teria ele poder para se defender? Ou ele não seria o filho de Deus?
Suas palavras na cruz demonstraram sua humanidade, sua fraqueza, isto é, sua fortaleza. Sua sinceridade e seu amor. Sua submissão ao Pai.
Nesse momento, sua vida foi oferecida a Deus, como sacrifício de propiciação. Pela minha e pela sua alma.
“E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota,onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio.” – Jo 19.17,18.
